quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

Que entre 2014 !!


Maquinianos ainda há muitos gols a marcar e muitos churrascos a comer e muito rock a dançar!!!

2014 nos espera !!

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

QUAL ERA A ONDA DA LIBELU?



Uma radiografia da época em que o pessoal da Máquina (mulheres e homens) viveu intensamente. Uns mais, uns menos, outros mais ou menos; mas, com certeza, todos falavam (e falam) da tendência mais coerente em época de ditadura.

Acessem o link abaixo, leiam, e se perguntem: Onde nos situamos?

http://socialistamorena.cartacapital.com.br/qual-era-a-onda-da-libelu/



terça-feira, 17 de setembro de 2013

RAPAZIADA, FESTEJEMOS A REAPERTURA DO RIVIERA


Jorge González
____________

Depois de uma boa partida de futebol, mesmo sendo adversários (eu na Escola de comunicações e Artes e os meus amigos na faculdade de  Historia) nos torneios da USP, a primeira “estação” era o Rei das Batidas até uma hora prudente para suportar os ronquidos do estomago, o alerta eficaz que nos indicava a hora de partir rumo à Consolação e matar a fome no Bar das P...

Catolé, Paulé, Peninha, Zuza eram os habituais da delegação e, antes mesmo do frango à brasa ou a costela, também ao carvão, previamente acompanhada da salada de repolho com pãozinho francês, vinha a rodada de staneigger ou da boa cachaça. E dele cerveja.

Lá pelas 10 da noite, ou mais, íamos caminhando até a esquina da Paulista com o inicio da Rebouças e o fim da Consolação. O Riviera, nosso refugio. Lá, quase sempre havia umas moças amigas da universidade nos esperando, carregando panfletos mimeografados, preparadas para discutir a forma da distribuição dos mesmos, no dia seguinte.

Era mais difícil que a repressão revistasse as moças; aliás, a conversa tinha de ser em tom baixo (difícil para o Peninha), pois qualquer pessoa desconhecida (o que era pouco habitual no lugar) poderia ser um “dedo-duro”. Mas estávamos preparados, pois ante as dificuldades, o único que devíamos disser era “sou um liberal e quero as liberdades democráticas”, porque para os “home” todo cabeludo que anda de chinelo, bolsa e camiseta ou era maconheiro ou era “comunista”.

Pra mim, era mais fácil a questão de horário, pois morava na José Eusébio, junto ao Cemitério da Consolação; sinceramente, não lembro onde o Catolé, Paulé e Zuza (e muito menos o Ênio que às vezes nos acompanhava) moravam, pois o Peninha, vez e outra, tinha que correr para pegar o último ônibus rumo aos Remédios, previa pendura da conta. Como todos nós. Eram épocas de dureza, mas de muita batalha.
Isto não seria importante, sequer pra nós, se não tivesse acontecido, ao menos, duas ou três vezes por semana, durante os anos 75,76.

Pois é, quantas e boas lembranças, para festejar a reabertura do Riviera, o recanto da nossa boemia em São Paulo, que acontecerá ainda neste mês de setembro.

http://folha.com/no1341538

terça-feira, 20 de agosto de 2013

O QUE É MAIS GRAVE NO FUTEBOL, TOMAR UM FRANGO OU SOLTAR A FRANGA?


 
O jogador Sheik, de gorrinho, garante: "sou macho pra caralho!!"
Os efeitos do carinhoso beijinho do Emerson Sheik do Corinthians no seu amigo podem ser trasladado até o campo de jogo já no próximo jogo do Timão.

A bola está agora com o Tite, técnico do Corinthians, que terá que mostrar seu caráter perante um fato que, verdadeiro ou não, no caso do Sheik, existe no futebol: homossexualismo.


Se um goleiro que toma um frango geralmente não é substituído para não queima-lo perante a torcida, um atacante que solta literalmente a “franga” deve ser colocado no banco para preserva-lo também das vaias da torcida e das críticas quase certas dos adversários na arquinbancada? 

quinta-feira, 25 de julho de 2013

O GALO CANTOU MAIS ALTO



Venceu o time mais regular do torneio.

Começou demonstrando um grande futebol, mas foi perdendo força após meio caminho andado.

Três partidas decisivas decididas a favor desde as doze jardas, sobretudo defendendo. O que denota a dramaticidade da conquista.

Uma conquista que pertence a todos os atleticanos, desde a torcida, jogadores, passando pelo treinador Cuca, e o diretório; mas, sem duvida, o nome de Ronaldinho, no crepúsculo de sua carreira, brilhou mais por sua liderança e por saber se colocar a par de seus companheiros, demonstrando que humildade pode ser sinônimo de grandeza.

Há quatro anos que o Brasil não larga da Libertadores: Internacional, Santos, Corinthians agora Atlético Mineiro.

Parabéns!!

O BRASIL ESTÁ MAIS TRISTE




Com apenas uma hora e meia de diferença, morreram, terça-feira, 23.07, dois expoentes da cultura popular brasileira.

Corriam as 18h00 e o ar de São Paulo foi o último que José Domingos de Morais, conhecido como Dominguinhos, respirou.

Nascido de uma família humilde de Garanhus, estado de Pernambuco, constituiu-se um dos melhores sanfoneiros da historia da música popular brasileira.

Com apenas seis anos de idade, ajudava ao sustento dos pais e irmãos tocando nos mercados populares ao ar livre.D “Chegando de Mansinho”.


Morreu aos 74 anos, após lutar durante seis contra um câncer no pulmão.





Eram as 19h30, quando aos 84 anos, em Uberaba, Minas Gerais, nos deixou Djalma Santos, um dos melhores laterais direitos da historia do futebol brasileiro; jogou quatro copas mundiais (1954, 58, 62 e 66) e ganhou duas (1958 e 62).

Mestre destacado da “Academia” chamada Palmeiras, clubes que defendeu entre 1959 e 1968  onde chegou depois de jogar na Portuguesa dos desportos de São Paulo, encerrou sua carreira futebolística jogando no Atlético Paranaense, aos 41 anos, em 1970.

Foi um inovador no futebol, já que durante as partidas, deixava com autoridade a rígida lateral direita, onde tinha a incumbência de marcar o adversário, para desfilar seu talento ofensivo pela meia, coisa impensável à época, e o fazia com muita genialidade.

Morreu devido a uma pneumonia grave.

sábado, 23 de fevereiro de 2013